Pintinho e as unhas do Papai Noel

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Pintinho e as unhas do Papai Noel

Era uma vez um menino que bem poderia ser de New York, Paris, Londres, São Paulo… Mas era de uma metrópole muito mais importante: Codó , no Estado do Maranhão.Esse pobre pirralho, apesar de confessar a religião cristã como a maioria dos brasileiros (ainda que não se comportem como tal, dando razão a Gandhi), acreditava na festa pagã  - que muitos crêem piamente que faz referência ao nascimento do filho do Deus dos cristãos – tinha um sonho: conhecer ao Baal da coca-cola (São Nicolau de Bari, Turco, não precisamente cristão) redesenhado pelos reis do marketing dessa poderosa empresa de refrigerantes. Hoje o conhecemos como Santa Claus, Papai Noel, o Bom Velinho…

Bem. Como por essas épocas os corações estão mais brandos com o tal espírito natalino, Pintinho, assim se chamava o protagonista da nossa história, teve a brilhante idéia de apelar para o deputado local.

O barão dos cocais, depois de fazer-lhe esperar cinco horas e meia sem café e sem almoço, decidiu dedicar-lhe uns quantos minutos. O jovem lhe explicou seu absurdo sonho e conseguiu comover o político que lhe prometeu que pessoalmente não poderia ajudar-lhe (vítima sofrida de uma CPI que investigava uma viagem que os deputados do Estado fizeram à Disney no ano passado com familiares em um avião particular com uma injusta suspeita de que fosse paga com dinheiro dos contribuintes. Injustiça, claro!), porém ligou imediatamente para o gerente da fábrica de refrigerantes da capital. Pintinho ao perceber o sorriso torto na cara do deputado, percebeu que as notícias poderiam ser boas. Efetivamente!

Na semana seguinte, Pintinho já estava dentro da van a caminho da capital. Estava cheio de ilusão porque além de conhecer o velho barbudo, iria conhecer o mar.

Passou pelo Estreito dos Mosquitos tão rapidamente que quase não pode apreciar as lamas do mangue e ficou surpresa com a primeira parada em um lugar depois das pontes aonde havia um montão de caminhões estacionados e muito movimento.

Observou que se aproximou um homem com um uniforme, saudando ao estilo militar ao motorista e trocando umas palavras rápidas e depois de alguns intermináveis segundos e um dissimulo ridículo, estendeu a mão esquerda para receber uma nota.

Liberou o veículo e Pintinho ouviu a conversa do motorista com o passageiro do lado e o mais nítido que pode entender foi algo sobre que o fardado teria solicitado algo para o café (o famoso “imposto revolucionário”).

Já estava na porta do gerente que lhe estava esperando com as câmaras de televisão e tudo. Com cara de assustado, recebeu um abraço do gerente que sempre olhando para as câmaras, deu com ele um passeio pela imensa fábrica e disse que ele poderia tomar toda coca que pudesse. Também recebeu presentes e… De repente, em momento solene, o homem tira do bolso do paletó um envelope e diz: Querido Pintinho, aqui estão as passagens para a Lapônia. – - Você vai viajar a Finlândia para conhecer nosso querido Papai Noel. Com tudo incluído, claro.

Pintinho ao ouvir aquilo, sentiu como se disparava seu coração e se perguntou onde ficaria aquilo e na sua cabeça pensou que deveria ser um lugar muito distante de onde se encontrava agora mesmo.

Foi tudo muito rápido. Depois de passar pela Polícia Federal, retirar seu passaporte e ser levado a um shopping recebe mais presentes em forma de roupas de abrigo. Explicaram-lhe que Finlândia era um país frio e que essas roupas estranhas eram para abrigar-lhe bem.

Esteve dois dias num bom hotel de frente pra praia, tomou café da manhã e degustou coisas que ele só tinha visto pela televisão. Depois das refeições tomava todos os tipos de sorvete que existiam por ali. Sobre sorvetes: Pintinho somente havia provado os sorvetes do homem da bicicleta que quando passava gritava: Trraaaggaaa aaaa vvvaaaasilhaaa, oiiitooo booolaaassss deeee sooorveeteee poooor ummmm rreeeaaall, e esses sorvetes eram muito melhores que aqueles.

Aeroporto. Um avião! O funcionário que lhe acompanhava parecia acostumado a aquelas peripécias, mas ele estava assustado e pensava que tudo aquilo era um sonho. Finalmente viajaria pra conhecer o homem que lhe trazia os presentes todos os anos de sua curta vida.

O avião baixou em Teresina para que subissem alguns políticos e passou também por Brasília. Pelo céu, depois do susto inicial, observava como tudo lá embaixo parecia pequeno e imaginou como se sentia Papai Noel voando no seu trenó.

Se o avião em São Luís parecia-lhe grande, em São Paulo ele se sentiu pequeno ao ver o Boeing 747 que lhe esperava. O acompanhante levou-lhe a uma parte muito mais espaçosa que a do avião anterior e lhe disse que era algo assim como primeira classe. Um luxo tremendo ao que ele não estava acostumado. Despega e dessa vez o susto foi ainda maior, mas uma vez no ar, com os ouvidos apertados e estralando, relaxou e dormiu bem pela primeira vez em muitos dias.

Acordou com a voz do comandante pelos alto-falantes e, ao olhar pela janelinha, viu como o verde que havia deixado no Brasil, agora era de um branco intenso. Finalmente realizaria o seu sonho!

Não havia tempo a perder. Taxi, hotel, comida, taxi, carro… Estava cansado, porém se sentia com forças suficientes para fazer o último trecho num veículo puxado por uns cachorros brancos e sem pneus que lhe explicaram que se chamava trenó e era o único transporte para chegar à casa do Santa.

Depois de algumas horas de viagem, com a bunda quadrada e a cara meio congelada, Pintinho avistou uma bonita casa com muitos viadinhos passeando por ali.

Na porta lhe esperava um senhor de avançada idade e vestido com um pijama branco adornado com motivos natalinos, pantufas e luvas brancas. Era ele! Era Papai Noel!

Pintinho pula do trenó sem temor, sai correndo e sem pensar duas vezes, dá um abraço bem apertado ao Bom Velinho. Papai Noel lhe sobe aos seus braços e lhe enche de beijos e é quando o menino percebe um forte cheiro de algo parecido à cachaça (A Vodka é muito usada nos países frios para esquentar o corpo e a alma).

À partir desse momento tudo foi alegria; os ajudantes do Papai Noel preparam um bom chocolate espesso acompanhado por umas deliciosas bolachas. Depois do desjejum, Pintinho acompanhado do seu novo e inseparável amigo, conheceram a fábrica de brinquedos do Santa e pode escolher o que ele quis. O menino não sabia que pensar e reagia com uma euforia nunca antes experimentada. Mas, uma coisa lhe chamou muita a atenção… O bom velinho já tinha trocado de roupa e vestido as que recebeu da empresa que lhe patrocinava, mas não tirava as luvas nem pra comer e o pirralho sentiu muita curiosidade sobre esse detalhe e ficou imaginando: será que ele tem algum problemas nos dedos? Queimou a mão como Michael Jackson? Terá calos de tanto trabalhar?…

Chegou a hora de dormir e Pintinho, claro, não pode fechar os olhos nem por um momento pensando nesse sonho realizado e pela curiosidade de não saber por que o velho não tirava as luvas para nada.

No dia seguinte o feliz menino não parecia tão feliz, coisa que chamou a atenção do Noel , que continuava com as suas luvas, esperou o momento certo para perguntar-lhe qual era o motivo de tão aparente desencantamento. Pintinho pensou por intermináveis momentos e disse-lhe: – Estou muito, muiiiitoooo contente de haver realizado o grande sonho da minha vida que superou todas as minhas expectativas, porém, Papai Noel, há: coisa que me vem intrigando desde os primeiros momentos que eu cheguei aqui e gostaria, se for possível, que o senhor me respondesse com toda a sinceridade.

Noel disse que ele estaria feliz de responder qualquer dúvida que Pintinho tivesse e esclareceu que nunca ninguém saiu triste daquela casa.

Pintinho disparou:

- Qual é o verdadeiro motivo pelo o qual o senhor nunca tira as luvas?

Papai Noel, lhe sorri amavelmente como sempre e começa a descalçar suas inseparáveis luvas e Pintinho, nesse exato momento, viu que o Santa praticamente não tinha unhas e lhe perguntou meio nervoso: Papai Noel, o senhor… é… roi… as…  unhas?

E, num gesto mais que natural e muito conhecido por todos, respondeu: Rôo, rôo, rôo.

Feliz Natal!

O país da corrupção

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Corrupção faz Brasil perder o equivalente a uma Bolívia

Sem Steve JobsPelo menos o valor equivalente à economia da Bolívia foi desviado dos cofres do governo federal em sete anos, de 2002 a 2008, informa reportagem de Mariana Carneiro, publicada na Folha deste domingo. Assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha, podem ler a íntegra aqui a partir da madrugada.

 

Veja página especial sobre o custo da corrupção

Cálculo feito a partir de informações de órgãos públicos de controle mostra que R$ 40 bilhões foram perdidos com a corrupção no período –média de R$ 6 bilhões por ano, dinheiro que deixou de ser aplicado na provisão de serviços públicos.

Com esse volume de recursos seria possível elevar em 23% o número de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família –hoje quase 13 milhões. Ou ainda reduzir à metade o número de casas sem saneamento –no total, cerca de 25 milhões de moradias.

O montante apurado faz com que escândalos políticos de grande repercussão pareçam pequenos.

 

POEMA ENJOADINHO

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Filhos…Filhos?
Melhor não tê-los!
Mas se não os temos
Como sabê-lo?
Se não os temos
Que de consulta
Quanto silêncio
Como o queremos!
Banho de mar
Diz que é um porrete…
Cônjuge voa
Transpõe o espaço
Engole água
Fica salgada
Se iodifica
Depois, que boa
Que morenaço
Que a esposa fica!
Resultado: filho.
E então começa
A aporrinhação:
Cocô está branco
Cocô está preto
Bebe amoníaco
Comeu botão.
Filho? Filhos
Melhor não tê-los
Noites de insônia
Cãs prematuras
Prantos convulsos
Meu Deus, salvai-o!
Filhos são o demo
Melhor não tê-los…
Mas se não os temos
Como sabê-los?
Como saber
Que macieza
Nos seus cabelos
Que cheiro morno
Na sua carne
Que gosto doce
Na sua boca!
Chupam gilete
Bebem xampu
Ateiam fogo
No quarteirão
Porém, que coisa
Que coisa louca
Que coisa linda
Que os filhos são!

Vinícius de Morais

Blog do turismo do Folha: Passaporte de Primeiro Mundo

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Brasileiros só fazem jus a passaporte de Terceiro Mundo

Emitido pela Polícia Federal com delonga de umas duas semanas ou três semanas, o passaporte a que o brasileiro faz jus é um documento totalmente anacrônico e obsoleto.

Se tivéssemos o passaporte com chip, prometido há tempos pelo governo federal, seríamos vistos com menos desconfiança nos aeroportos e nos portos do mundo todo, economizaríamos tempo nas filas, estaríamos menos sujeitos a rejeições, ao roubo de documentos, à falsificação e por aí vai…

Mas não vai! A Polícia Federal acaba de divulgar, como escusa, que, neste ano, até novembro, foram emitidos, 1,45 milhão de passaportes brasileiros.

Quem nesse momento peleja para conseguir tal documento no demorado sistema de “agendamento eletrônico” e nas filas da burocracia, constata que o número de passaportes emitidos é insuficiente.

Todos sabem que em final de ano as pessoas viajam mais ao exterior e que o real está valorizado, mas a alegação é que, além do aumento normal do movimento turístico, a Casa da Moeda, que imprime o atual passaporte do brasileiro, também não está dando conta do recado.

E olha que estamos falando de um mero caderninho que recebe carimbos _e não de um documento ‘inteligente’, de Primeiro Mundo, capaz de ser checado em scanners ora em uso na Europa, nos EUA, no Japão e na Austrália, para ficar apenas em alguns exemplos.

Inicialmente prometidos para dezembro, mês vigente, os passaportes brasileiros com chip eletrônico não vigoram aqui para o cidadão comum. Aliás, passaportes ‘inteligentes’ são emitidos no Brasil apenas para “autoridades”.

No país, o brocado constitucional “todos são iguais perante a lei” não vale para o cidadão comum _o mesmo que paga impostos escorchantes, é bom que se diga.

O PROVISÓRIO NÃO É “LEGAL”

Nesse momento, há quem, no desespero para viajar de férias ao exterior, esteja concordando em receber passaportes “provisórios”, empiricamente datilografados, e que valem por apenas um ano, piores até mesmo que nossos tradicionais passaportes sem chip.

Também causa espécie a possibilidade que as autoridades têm de decidir quem tem prioridade. Segundo esse expediente, que vai na contramão dos direitos iguais para todos, o brasileiro que quer ir para a Disney pode esperar mais do que o cidadão que viaja ao exterior em busca de um atendimento médico, por exemplo.

Sim, olhando pelo ângulo das desculpas, até daria para entender.

Mas, como em matéria de fornecer documentos para o cidadão brasileiro que está quites com o Estado não há desculpa, a Polícia Federal deveria estar apta para fornecer passaportes para todos e em tempo mais razoável.

Bem mais seguros que os passaportes atuais, emitidos desde dezembro de 2006, os novos documentos com chip armazenam dados do portador e têm, nos países de Primeiro Mundo, leitura imediata nos controles de imigração.

Nos EUA, dois anos atrás, durante o evento Pow Wow, foi ventilado que a rejeição aos vistos para brasileiros havia caído e que, como estava em torno de 6%, seria possível que os brasileiros fossem dispensados dessa formalidade _visto de entrada em território norte-americano.

Mas, para isso ocorrer, ter um passaporte brasileiro ‘inteligente’, à prova de falsificações, seria fundamental.

O passaporte brasileiro com chip que a Polícia Federal estimava emitir em 2010, ainda não tem data certa para ser implantado para todos.

O “INTELIGENTE”, COMO SERIA

Quando finalmente tivermos acesso democrático ao sonhado novo passaporte, ele deverá ter na capa uma indicação da presença do chip, legível por radiofrequência, que armazenaria, entre outros dados, a identificação do portador: as suas dez impressões digitais, a foto digital, sua assinatura também digitalizada, dados biométricos, fundo com impressão invisível, papel com fio de segurança, costura das páginas com arremate, marcas d’água, papel com fibras visíveis e invisíveis, impressão ‘intaglio’ com tinta especial etc.

Enquanto o documento de Primeiro Mundo não vem, continuamos, como brasileiros pacientes, a correr atrás do velho passaporte datilografado ligando para um telefone 0800 que nos orienta a persistir: “continue acessando o site e tentando”.

Hoje, se der sorte, depois de reunir os documentos necessários _e pagar taxas!_, o brasileiro deve demorar umas três semanas para conseguir um passaporte do século passado.

Depois disso, se for para um país que exige visto do brasileiro, caso dos EUA, do Japão e do México, ainda terá que entrar em filas reservadas a cidadãos que têm passaporte de Terceiro Mundo como o nosso, sendo submetido a mais perguntas que os viajantes que possuem o documento com chip.

Em São Paulo, a Polícia Federal afirma que está trabalhando em capacidade máxima, que o cidadão que apresentar sua passagem comprada e agendada a menos de 20 dias receberá um passaporte, sem especificar se o documento emitido será o ‘provisório’ ou o, na melhor hipótese, o ‘anacrônico’.

Não custa perguntar: quando é que, neste país, faremos _todos_ jus a um passaporte de Primeiro Mundo?

Escrito por Silvio Cioffi às 19h03


Ávila: Um passeio por uma cidade medieval

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ÁVILA é uma cidade que abriga patrimônio, história e arte, culinária, festas e misticismo, cultura e natureza. ÁVILA é uma antiga cidade medieval, de três culturas, Patrimônio da Humanidade, Caminho da linguagem, da Rede judaica. ÁVILA é uma cidade atual, que une modernidade, turismo de qualidade, conforto, preços acessíveis e turismo social. Só precisam vir e ver. ÁVILA abre suas portas…

Clique na imagen para visualizar todas as fotos.

São Luís do Maranhão – Brasil: La Isla del Amor

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El nordeste brasileño todavía es muy poco conocido por los turista del mundo, pero hay una isla maravillosa llena de historias, cultura y encantos miles que te transportan, hora a Francia (Porque fue fundada por el francés Daniel de la Touche que dio este nombre a la isla en homenaje al Rey Luis XIII de Francia), hora a Portugal (Debido a la arquitectura de los edificios construidos por los portugueses en la época de su dominio de la ciudad), dependiendo de zona de la ciudad que visites.

Una isla con más de un millón de habitantes que está llena de bellísimas playas de blancas arenas y bañada por las aguas verde-esmeralda del Atlántico Sur. La temperatura de la isla es agradable todo el año.

Y por hablar de playas, São Luís do Maranhão es bendecida por la naturaleza y regala a su gente y a sus visitantes, playas como: Playa da Ponta d’Areia: (A tres km del centro de la ciudad) Es la más visitada por lo fácil que es llegar allí debido también a que hay hoteles justo en frente a la playa.

La Playa de San Marcos más buscada por los que practican surf  y deportes acuáticos; La Playa do Calhau, la Playa do Olho d’Agua y la Playa do Meio.

Hay una playa poco conocida por los turistas por ser algo escondida y un poquito distante del centro de la ciudad, pero quien la conoce, dice que es la mejor para pasar el tiempo disfrutando de lo que las playas de la isla tienen de mejor.

La Playa do Araçagi es casi salvaje todavía y los chiringuitos, que tanto gustan a los visitantes, sirven platos típicos, coco verde y cerveza fresquita. Si te gustan los mariscos hay cangrejo fresco de la isla, pescado recién preparado que acaban de salir del agua y enormes gambas frescas de primera calidad.

Además de las playas, el turista también puede aprovechar el tiempo paseando por las calles calzadas con piedras de la época del Brasil Colonia y sentarse en los bares y restaurantes que ofrecen además de comida típica, música en directo todas las noches del año en el centro histórico de la isla.

Para otros gustos, hay excelentes restaurantes en el barrio de Renascença que sirven platos más sofisticados en ambientes más lujosos y de excelente servicio.

Los precios son bastante accesibles y la diversión garantida.

São Luís también es conocida como “la Jamaica Brasileña” por influencia del reggae jamaicano en sus gentes. La noche en las zonas de las fiestas de reggae transportan a los visitantes a la zona más caribeña de la isla.

Más: Museos, Centros Culturales, Mercadillos, Fiestas Populares, Iglesias, Plazas, Centros Comerciales…

y capoeira.

El nuevo iPhone lleva pantalla de gran definición

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El patrón de Apple presenta el nuevo iPhone 4. Es delgado, 9,3 milímetros de espesor. Lleva dos cámaras. Una delante y otra detrás con flash LED. Doble micrófono y altavoz. Lo envuelve una estructura de acero inoxidable que sirve, también, de antena. La pantalla mejora la definición con 326 píxeles por pulgada. Son los primeros datos sobre el nuevo móvil. Steve Jobs va desgranando las novedades de este teléfono inteligente. Llama la atención la definición de la pantalla. La llama “pantalla retina” porque es el límite de lo que percibe la retina y promete que los textos en el nuevo iPhone se verán como si fueran libros impresos. La pantalla es de 3,5 pulgadas. Utiliza el mismo procesador que iPad: A4. La duración de la batería es de 7 horas hablando, 6 horas de navegación web, 10 horas wifi. También han mejorado el contraste de la pantalla, cuatro veces superior al anterior.

Con 32 GB de capacidad, el teléfono es cuatribanda. Además de acelerómetro lleva un giroscopio para detectar movimientos en seis ejes. Hace una demostración de las capacidades de estas funcionalidades con un videojuego. El teléfono puede grabar vídeo en alta definición y va acompañado de un programa para editarlo (4,99 dólares). Durante la grabación se puede clicar en un detalle de la imagen para que se enfoque.

Jobs explica que el sistema operativo es el mismo para los tres terminales táctiles de Apple (iPod Touch, iPad e iPhone). El nuevo iPhone permitirá escoger entre los buscadores de Yahoo!, Google y Microsoft (Bing). El de Google se ofrece por defecto, pero Jobs desgrana una serie de elogios hacia el buscador de Microsoft (“Ha hecho un excelente trabajo y tiene una presentación HTML5″). La tienda de e-books también está disponible para iPhone e iPod Touch y cuando un internauta compre un libro lo podrá utilizar en los tres sin recargo. Se compra una vez y se lee en todos los aparatos Apple que se sincronizan para seguir la lectura, empezada en un dispositivo para saltar al otro sin perder el hilo.

Jobs expone la política publicitaria de Apple en sus móviles presidida por criterios no intrusivos y que busca no sacar al consumidor de la aplicación para ofrecerle publicidad. La plataforma iAds empezará a ser operativa el 1 de julio.

A la venta a finales de junio

La presentación prosigue con Jobs utilizando la nueva cámara frontal para realizar una vídeollamada al responsable de diseño de Apple. El sistema se llama Face Time y la imagen puede ser vertical u horizontal. De momento, funciona con conexión wifi y Jobs espera que el año próximo pueda tener acuerdos con operadoras para este servicio.

El teléfono se venderá en dos modelos, en blanco o negro. El precio será de 199 dólares para el modelo de 16 Gb; 299, para el de 32 Gb. Se pondrá a la venta el 24 de junio en Estados Unidos y cuatro países más. A España llegará en julio. El iPhone 3GS se rebaja a 99 dólares. En setiembre el iPhone 4 se lanzará en 88 países más. Las actualizaciones al nuevo sistema operativo de los iPhone 3G y 3GS son gratuitas, aunque no tendrán todas las funcionalidades. Lo mismo ocurre con los iPod Touch, salvo el de primera generación. La actualización, el 21 de junio. Tres días antes de que salga a la venta el cuarto modelo de iPhone. El iPhone 3GS sí podrá ser multitarea, mientras que el iPhone 3G, no.

Steve Jobs ha abierto a las siete de la tarde la conferencia de Apple en San Francisco con un elogio a la tableta iPad. Las cifras respaldan su euforia. En 59 días ha vendido dos millones de unidades en 10 países. Una cada tres segundos. Ya hay 8.500 aplicaciones específicas para la tableta. A finales de julio estará en 19 países. Se han descargado cinco millones de libros electrónicos en 65 días. Jobs anuncia mejoras en el lector de libros electrónicos del iPad que permitirán leer en formato PDF. En la librería del propietario del iPad se podrá escoger entre el formato iBook o PDF.

Jobs destaca el éxito de la tienda de aplicaciones. Cada semana reciben 15.000 aplicaciones para ser aprobadas. Cita el caso de una sobre la tabla periódica, cuyos creadores han ganado más dinero con el iPad que en cinco años de anuncios Google en la web de la empresa. El patrón de Apple defiende los criterios de la compañía para admitir, o no, aplicaciones. El 95% de las peticiones se aprueban en una semana. El resto no son aprobadas porque no hacen lo que el desarrollador dice que hacen o porque utilizan recursos de programación no aprobados por Apple. Los desarrolladores han recibido mil millones de dólares por ventas de sus aplicaciones (reciben el 70% de los ingresos).

Larga espera y filtraciones

La esperada presentación del nuevo iPhone ha estado precedida de filtraciones polémicas e incertezas hasta hoy sobre su diseño final. En abril, Gizmodo publicó las primeras imágenes del prototipo. Sin embargo, en estos últimos días, Digitimes ha aventurado que Apple podría haber corregido algún detalle importante que anularían algunas ideas previas sobre el móvil. Cambios, por ejemplo, en la pantalla debido a que el fabricante contactado inicialmente no podría asegurar un suministro masivo. La presentación final ha demostrado que Gizmodo tenía un buen prototipo.

En abril, un ingeniero de Apple perdió un prototipo del teléfono -Jobs no descarta que le fuera robado- y quien se hizo con él lo vendió a Gizmodo. La publicación de las primeras imágenes desató un verdadero iPhonegate. Apple reclamó la pieza y la policía registró el hogar del periodista que había publicado la información. La polémica sobre la intervención judicial se ha centrado en si es lícito vulnerar la protección de las fuentes de un periodista por el hecho de que la información ha sido robada por quien la suministra y si los reporteros de blogs en Internet han de tener la misma protección que los periodistas tradicionales en la reserva de sus fuentes. Varias asociaciones ciudadanas criticaron el acoso policial a Gizmodo.

La presentación del nuevo iPhone coincide con una avalancha de estadísticas sobre cuota de mercado en Estados Unidos. Los teléfonos móviles equipados con el sistema operativo Android, de Google, habrían arrebatado la segunda plaza en cuota de mercado en Estados Unidos al iPhone, según NPD Goup. En el primer trimestre de este año, BlackBerry detenta el 36% del mercado, los teléfonos con Android consiguen el 28% y los iPhone tienen el 21%. Estas cifras han sido discutidas por Apple que, no obstante, supera a Android en el mercado mundial. En la ceremonia de hoy, Jobs ha presentado cifras de otra procedencia para desmentir las de NPD.

Fonte: EL PAIS

Web Oficial: Iphone

Facebook anuncia mudanças na privacidade e divide opiniões de usuários

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MARINA LANG

DE SÃO PAULO

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O Facebook anunciou as modificações na configuração da privacidade nesta sexta-feira (28). O anúncio foi feito no próprio site de relacionamentos, juntamente a uma carta aberta do executivo-chefe do Facebook, Mark Zuckerberg. Truco Facebook

Embora a visualização das opções privativas esteja mais fácil, o site ainda traz uma polêmica recomendação de configuração –na qual indica ao usuário que itens como status, fotos e publicações sejam vistos até mesmo por usuários que não figuram na lista de amigos do perfil.

A reforma do Facebook se sustenta em dois eixos fundamentais: reduzir o número de configurações necessárias para fazer todas as informações privadas –de quase 50 para menos de 15; e a diminuição do número de páginas separadas das definições de privacidade (de 13 para oito).

Para ver o que está acessível ou não a usuários que não estejam na lista de amigos, basta ir ao menu Conta (canto superior direito do site), no qual se encontra a opção Configurações de Privacidade.

Mesmo com todo o imbróglio sobre o assunto, até a publicação da reportagem, o site não havia mudado a política de privacidade, cuja data da última revisão é 22 de abril de 2010 (veja aqui).

Na semana passada, o diário econômico “The Wall Street Journal” informou que o Facebook e outras redes sociais têm enviado dados para companhias de publicidade, com os quais é possível localizar nomes de consumidores e outros detalhes pessoais –o que contraria as promessas de que os sites não compartilham informações sem consentimento.

Sobre isso, contudo, o site faz um adendo hoje: “nós nunca compartilhamos suas informações pessoais com nossos anunciantes. A segmentação de anúncios do Facebook é feita de maneira totalmente anônima. Se anunciantes selecionarem um direcionamento demográfico para seus anúncios, o Facebook automaticamente combina tais anúncios com o público adequado. Anunciantes recebem apenas relatórios de dados anônimos.”

Zuckerberg vs. púlpito

Cada vez mais pressionado, Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook, escreveu uma carta aberta aos usuários, que vem acompanhada de um vídeo (veja aqui, em inglês) detalhando as mudanças.

Após 55 minutos, cerca de 1.800 comentários haviam sido feitos na publicação -grande parte dos usuários estava confusa com as modificações, ou detratando a nova forma de privacidade.

“blá blá blá Agora estou ainda mais confuso depois de ver este vídeo”, disse um usuário dos Estados Unidos.

“As novas configurações estão funcionando muito bem para mim. Tudo que você tem a fazer é se certificar-se do bloqueio [amigos], [amigos dos amigos] ou [todos], antes de publicar”, afirmou uma internauta.

Outra usuária pediu que o site tivesse um serviço de atendimento ao cliente. “(…) Um número de telefone do cliente para receber chamadas se tiver dúvidas, preocupações e se quisesse ajuda para saber como operar algo no Facebook”.

Na longa carta que escreveu, Zukerberg aproveita para tecer um desabafo.

“Acabo de completar 26 anos há poucos dias. Comecei o Facebook quando eu tinha 19 anos e é incrível olhar para trás, como ele evoluiu. (…) Cada vez que fazemos uma mudança que tenta aprender com lições do passado, e em cada vez, nós cometemos novos erros também. Estamos longe de sermos perfeitos, mas tentamos sempre o mais difícil: construir o melhor serviço para você e para o mundo.”

Fonte: Folha

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